C10 – COGNIÇÃO E AFETO NAS ARTES VISUAIS

ENCERRADOC10 – CURSO
Cognição e afeto nas Artes visuais
Experimentação de vivências, utilizando diferentes materiais plásticos, para a percepção dos processos em artes visuais. Compreensão do fazer artístico (expressivo) no âmbito do desenvolvimento infantil. Estudo dos aspectos cognitivos e afetivos que são mobilizados com os diferentes materiais e ações em artes.
Com MARIA BEATRIZ RIBOLLA
QUARTAS-FEIRAS: 04/09, 11/09, 25/09, 09/10, 16/10 e 30/10
Das 19h30 às 22h
Investimento: Matrícula R$ 100,00 + 2 parcelas de R$ 320,00

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Objetivo:
O curso tem como objetivo despertar nos educadores a sensibilidade para o fazer expressivo plástico, como um processo de descoberta pessoal e como forma de intervenção com os alunos em sala de aula.
Há também a intenção de que as experiências com os diferentes materiais (matérias) sugiram diferentes formas de contato, provenientes das características de cada substância (peso, elasticidade, divisibilidade, impenetrabilidade, compressibilidade, densidade, dureza, tenacidade, entre outras características). Além disto, as ações precisam ser reestruturadas, criadas ou aprendidas em cada novo contexto (dividir, cortar, amassar, escolher, furar, organizar, contextualizar, medir, etc).
Outro objetivo é que o educador possa ampliar sua compreensão sobre o fazer artístico – expressivo – plástico, para além do conteúdo estético e emocional, chegando ao desenvolvimento cognitivo.

Como:

  • Os encontros partirão das experiências plásticas, experimentando as diferentes matérias utilizadas na criação artística – expressiva visual;
  • Ao final das experiências plásticas serão observados os diferentes processos de criação;
  • A partir dos processos descritos, serão aprofundados os elementos cognitivos e afetivos das ações (percepção, memória, atenção, planejamento, organização e antecipação, expressão, imaginação), além do sentido estético;
  • Serão discutidas as características das matérias, formas de intervenção, processos e possíveis aspectos psicopedagógicos.

Conteúdo:

  1. Compreensão da arte no universo infantil (linguagens e percurso do desenvolvimento gráfico)
  2. Experimentações de materiais plásticos (tintas – aquarela/guache/massa; colagens – papéis/objetos; modelagem – argila/massas; gráficos – lápis, canetas, carvões, pastel oleoso e seco; entre outros).
  3. Observação das estratégias e ações, mentais/corporais/afetivas diante das intervenções e propostas.
  4. Compreensão da mobilização de estratégias cognitivas e afetivas a partir das experiências.
  5. A arte como possibilidade de ampliar as habilidades oriundas das funções executivas do cérebro.


MARIA BEATRIZ RIBOLLA – Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento (Mackenzie), graduada em Ed. Artística (Faap) e Psicologia (Unimarco). Especialista: Psicopedagogia (Sedes Sapientiae), Arteterapia (Alquimy Art), História da Arte (FAAP), Gestalt Terapia (IGSP – Inst. Gestalt de São Paulo), Neuropsicologia (CDN- Centro de Diag. Neurológico – em andamento). Professora universitária e psicóloga Clínica.